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quarta-feira, 25 de julho de 2012

Trabalho "Cena de filme"

 - Selecione uma cena de um filme de preferência do grupo. Certifique-se de que todos do grupo terão falas;
 - Utilizando-se da legenda em inglês, ensaie a cena escolhida  para apresentação em sala, sem papéis, pode-se adaptar figurino e ambientação à cena escolhida;
 - Disponibilize DVD com a cena original para demonstração, após apresentação do grupo;
 - Produza uma legenda Inglês/Português para cada aluno e uma para a professora, que deve ser entregue ressaltando nome do filme, cena e componentes do grupo.

terça-feira, 24 de julho de 2012

Postagem de trabalhos Colégio Profª Benedita Odette.

Em breve publico os trabalhos para tirarem dúvidsa e pedirem sugestões aqui. Já podem fazer perguntas se quiserem!!!

domingo, 16 de outubro de 2011


Smile Avril Lavigne
You know that I'm a crazy bitch
I do what I want when I feel like it
All I wanna do is lose control
But you don't really give a shit
You go, if you go, if you go with it
'Cause you're fucking crazy Rock 'n' Roll

Ye-ou said hey
What's your name?
It took one look
And now we're not the same
Yeah, you said hey
And since that day
You stole my heart
And you're the one to blame

And that's why I smile
It's been a while
Since everyday and everything has felt this
Right
And now you turn it all around
And suddenly
You're all I need, the reason
Why-y-y
I smi-i-ile

Last night I blacked out, I think
What did you, what did you put in my drink?
I remember making out and then, oh, oh
I woke up with a new tattoo
Your name was on me and my name was on you
I would do it all over again

Ye-ou said hey
What's your name?
It took one look
And now we're not the same
Yeah, you said hey
And since that day
You stole my heart
And you're the one to blame

And that's why I smile
It's been a while
Since everyday and everything has felt this
Right
And now you turn it all around
And suddenly
You're all I need, the reason
Why-y-y
I smi-i-ile
The reason why-y-y
I smi-i-ile

You know that I'm a crazy bitch
I do what I want when I feel like it
All I wanna do is lose control
You know that I'm a crazy bitch
I do what I want when I feel like it
All I wanna do is lose control

And that's why I smile
It's been a while
Since everyday and everything has felt this
Right
And now you turn it all around
And suddenly
You're all I need, the reason
Why
I smi-i-ile
The reason why-y-y
I smi-i-ile

Gêneros Textuais

Tipos de gêneros:
1 . Gêneros primários: são as situações em que nos comunicamos de maneira informal. Esses são os gêneros que não precisam ser explicados na escola, são aprendidos no uso diário. Podem ser orais ou escritos.
2. Gêneros secundários: são gêneros mais planejados e formais, que também podem ser orais ou escritos. Eles precisam ser ensinados na escola para que os alunos possam dominá-los como instrumentos de comunicação, indispensável para o exercício da cidadania.
Exemplos:
- Conto maravilhoso;
- Conto de fadas;
- Fábula;
- Lenda;
- Narrativa de aventura;
- Narrativa de ficção e
científica;
- Narrativa de enigma;
- Narrativa mítica;
- Histórias engraçadas;
- Biografia romanceada;
- Romance;
- Romance histórico;
- Novela;
- Conto;
- Paródia;
- Adivinha;
-Piada;
- Crônica literária;
- Poema.

Da sua importância: “...Os gêneros são a forma natural pela qual usamos a língua para nos comunicar nas situações formais e informais, orais e escritas...”

Tipologia Textual

TIPOLOGIA TEXTUAL
1. texto Literário: expressa a opinião pessoal do autor que também é transmitida através de figuras, impregnado de subjetivismo. Ex: um romance, um conto, uma poesia...

2. texto não-literário: preocupa-se em transmitir uma mensagem da forma mais clara e objetiva possível. Ex: uma notícia de jornal, uma bula de medicamento.

TEXTO LITERÁRIO - Conotação Figurado, subjetivo Pessoal

TEXTO NÃO-LITERÁRIO - Denotação Claro, objetivo Informativo

TIPOS DE COMPOSIÇÃO

1. Descrição: descrever é representar verbalmente um objeto, uma pessoal, um lugar, mediante a indicação de aspectos característicos, de pormenores individualizantes. Requer observação cuidadosa, para tornar aquilo que vai ser descrito um modelo inconfundível. Não se trata de enumerar uma série de elementos, mas de captar os traços capazes de transmitir uma impressão autêntica. Descrever é mais que apontar, é muito mais que fotografar. É pintar, é criar. Por isso, impõe-se o uso de palavras específicas, exatas.

2. Narração: é um relato organizado de acontecimentos reais ou imaginários. São seus elementos constitutivos: personagens, circunstâncias, ação; o seu núcleo é o incidente, o episódio, e o que a distingue da descrição é a presença de personagens atuantes, que estão quase sempre em conflito.

A Narração envolve:
I. Quem? Personagem;
II. Quê? Fatos, enredo;
III. Quando? A época em que ocorreram os acontecimentos;
IV. Onde? O lugar da ocorrência;
V. Como? O modo como se desenvolveram os acontecimentos;
VI. Por quê? A causa dos acontecimentos;

3. Dissertação: dissertar é apresentar idéias, analisá-las, é estabelecer um ponto de vista baseado em argumentos lógicos; é estabelecer relações de causa e efeito. Aqui não basta expor, narrar ou descrever, é necessário explanar e explicar. O raciocínio é que deve imperar neste tipo de composição, e quanto maior a fundamentação argumentativa, mais brilhante será o desempenho.

domingo, 1 de maio de 2011

Um pouco de Mário Quintana.

DA OBSERVAÇÃO
Não te irrites, por mais que te fizerem...
Estuda, a frio, o coração alheio.
Farás, assim, do mal que eles te querem,
Teu mais amável e sutil recreio...

DAS UTOPIAS
Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!

AS INDAGAÇÕES
A resposta certa, não importa nada: o essencial é que as perguntas estejam certas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Como explicar ditos populares!!!!

Autor: Guaraci Neves

Olha só que texto genial baseado nos ditos populares...

Pergunta:
Alguém sabe me explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem,

o que quer dizer a expressão "no frigir dos ovos"?
Resposta:
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar.

Só que depois de um certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre

e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce mas não é mole,

nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi só metendo a mão na massa.
E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
Já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir comendo o mingau pelas beiradas,

cozinhando em banho-maria, porque é de grão em grão que a galinha enche o papo.
Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais.

Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe.

Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote.
Mas como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha, são escritores de meia tigela,

trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos,

eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese... etc.).

Achando que beleza não põe mesa, pisam no tomate, enfiam o pé na jaca,

e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê não é tudo farinha do mesmo saco.

Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço.

Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não.

O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana, afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco...
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas.

Mas quem não arrisca não petisca,

e depois quando se junta a fome com a vontade de comer as coisas mudam da água pro vinho.
Se embananar, de vez em quando, é normal, o importante é não desistir mesmo quando o caldo entornar.

Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer rezando.

Daí, com água na boca, é só saborear, porque o que não mata engorda.

Entendeu agora o que significa “no frigir dos ovos”?